D200 do Marco.
Em 2007, ainda na graduação, segurei uma câmera digital profissional pela primeira vez. Era do Marco. Anos depois comprei
essa mesma câmera — literalmente essa, a D200 do Marco — semanas antes de viajar para a Patagônia pela primeira vez, em 2013.
essa mesma câmera — literalmente essa, a D200 do Marco — semanas antes de viajar para a Patagônia pela primeira vez, em 2013.
Os cormorões-mperial foram fotografados com ela. É uma das minhas fotos preferidas — pela composição, pelo movimento, pelo preto e branco, por tudo que estava acontecendo naquele momento que eu ainda não sabia o que significaria.
De volta a Porto Alegre, revelei em papel metalizado, que valorizou o efeito do preto e branco, emoldurei e dei de presente para o Marco.
A câmera tinha feito a foto. A foto voltou para ele. Como agradecimento.
De volta a Porto Alegre, revelei em papel metalizado, que valorizou o efeito do preto e branco, emoldurei e dei de presente para o Marco.
A câmera tinha feito a foto. A foto voltou para ele. Como agradecimento.
Em 2014 viajamos juntos à Patagônia. Marco fotografou o mesmo lugar, num ângulo parecido. Mas não foram os mesmos cormorões.
Não foi o mesmo tempo. Não foi a mesma foto.
Não foi o mesmo tempo. Não foi a mesma foto.
A D200 nunca mais viajou desde então. Mandei fazer uma revisão recentemente para colocá-la de volta a ativa.
Voltar a fotografar com ela é também voltar à origem — a primeira câmera, a primeira viagem à Patagônia, o primeiro olhar.
Faz parte do projeto. E a câmera continua sendo a D200 do Marco.
Voltar a fotografar com ela é também voltar à origem — a primeira câmera, a primeira viagem à Patagônia, o primeiro olhar.
Faz parte do projeto. E a câmera continua sendo a D200 do Marco.