Em 2017, na minha segunda passagem por Puno, Peru, fui escolhido como padrinho pela primeira vez.
Foi uma cerimônia simples, no meio do Lago Titicaca, nas ilhas flutuantes de Los Uros. Bonita, sensível e emocionante — quase todos os meus no barco choraram. Eu também.
A menina se chama Ketlin. Perdi o contato com ela depois. Mas ainda tenho o cabelinho dela guardado comigo. Espero que ela esteja bem. E que um dia eu consiga encontrá-la de novo por lá.
Nem toda experiência cabe numa imagem. E as melhores eu não estava com a câmera na mão. Nem estava preocupado com isso.